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Como é realizada a cirurgia de catarata: etapas do procedimento

Como é feita cirurgia de catarata? Entenda preparo, anestesia, lente intraocular, recuperação e os cuidados para conversar com o oftalmologista.

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Dr. Francisco Lima
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Médico oftalmologista em consulta com paciente, examinando o olho do paciente com equipamento médico.

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Entender como é feita a cirurgia de catarata ajuda a chegar à avaliação com expectativas realistas sobre técnica, lente, anestesia e recuperação visual.

Resposta rápida

A cirurgia de catarata remove o cristalino opacificado e o substitui por uma lente intraocular. Em geral, o procedimento é realizado com anestesia local, por uma pequena incisão, e a facoemulsificação usa ultrassom para fragmentar e aspirar o cristalino. Antes, o oftalmologista faz exames como biometria e avalia a saúde ocular, especialmente quando há glaucoma ou outra doença. Depois, o paciente usa os colírios prescritos, protege os olhos e retorna para acompanhamento. A técnica, a lente e o momento da cirurgia dependem das características de cada olho e do impacto da catarata na rotina.

Resumo

  • A cirurgia substitui o cristalino opacificado por uma lente intraocular, geralmente por meio da facoemulsificação.

  • A preparação inclui avaliação oftalmológica, exames e planejamento da lente conforme o perfil visual do paciente.

  • A anestesia costuma ser local, com colírios e, quando indicado, outras medidas definidas pela equipe.

  • A recuperação exige proteção dos olhos, uso correto dos colírios e retornos para acompanhar a evolução.

  • A indicação deve considerar catarata, glaucoma, outras doenças oculares, rotina e expectativas visuais.

Close-up de um olho humano com a lente natural opaca, indicando catarata.

O que é a cirurgia de catarata

A cirurgia de catarata consiste em retirar o cristalino opacificado e colocar uma lente intraocular no olho. O método mais usado é a facoemulsificação, que fragmenta o cristalino com ultrassom e permite sua aspiração por uma pequena incisão.

A catarata ocorre quando o cristalino, estrutura natural responsável por ajudar a focalizar as imagens, perde transparência. A visão pode ficar nublada, com piora de contraste, sensibilidade à luz e dificuldade para realizar atividades como ler, dirigir ou cozinhar. A indicação cirúrgica costuma ser relacionada ao momento em que a alteração começa a atrapalhar a vida diária, e não apenas ao resultado de um exame.

Durante a cirurgia, o cristalino opaco é removido e substituído por uma lente intraocular, também chamada de LIO. Essa lente permanece dentro do olho e sua escolha é planejada a partir da biometria, da anatomia ocular, dos hábitos e das necessidades visuais do paciente. A operação não deve ser entendida como uma decisão automática: o oftalmologista precisa verificar se a catarata é a principal causa da queixa e se há glaucoma, alterações de retina, córnea ou outras condições que influenciem a visão.

Para o Dr. Francisco Lima, a conversa pré-operatória é parte do tratamento. Ela deve esclarecer o que a cirurgia pode melhorar, quais limitações podem permanecer e como a escolha da lente se relaciona com a rotina do paciente. O objetivo visual é individual, e a dependência dos óculos pode diminuir em algumas situações, sem que isso signifique abandonar seu uso em todos os momentos.

Ilustração médica mostrando diferentes tipos de implantes de lente intraocular.

Quais são os tipos de cirurgia de catarata?

Existem diferentes formas de realizar a cirurgia de catarata, mas a facoemulsificação é a técnica que utiliza ultrassom para fragmentar e remover o cristalino. O uso de laser pode complementar etapas em casos selecionados, conforme avaliação do cirurgião.

Cirurgia de catarata tradicional

Na chamada cirurgia tradicional, o cirurgião faz uma pequena abertura, acessa o cristalino e utiliza uma sonda de ultrassom para fragmentar a catarata. Essa descrição corresponde à facoemulsificação, técnica consolidada para remover o cristalino opacificado e preparar o olho para receber a lente intraocular.

O termo tradicional não significa que o procedimento seja antigo ou improvisado. Ele costuma se referir ao método cirúrgico baseado em instrumentos manuais, ultrassom, irrigação e aspiração. A dimensão da incisão e a forma de conduzir cada etapa são definidas de acordo com o olho, a densidade da catarata e o planejamento da lente.

Cirurgia de catarata a laser

Na cirurgia a laser, o equipamento pode auxiliar etapas específicas, como algumas incisões e a abertura inicial da cápsula, de acordo com a técnica adotada. A indicação não depende apenas da preferência por uma tecnologia: é preciso analisar anatomia, saúde da córnea, características da catarata e planejamento visual.

A presença do laser não elimina a necessidade de avaliação médica nem transforma a cirurgia em uma solução igual para todos. O ponto central continua sendo a remoção adequada do cristalino e o posicionamento da lente, com atenção às condições oculares associadas.

Facoemulsificação

A facoemulsificação utiliza uma sonda vibratória de alta frequência, associada à irrigação e à aspiração, para liquefazer e retirar o cristalino. O procedimento inclui anestesia tópica, incisão, fragmentação e remoção do cristalino e implante da LIO.

A facoemulsificação é escolhida com frequência, mas a indicação final depende da avaliação completa do paciente.

Cirurgião oftalmologista realizando a cirurgia de catarata com instrumentos delicados.

Como é feita a cirurgia de catarata?

A cirurgia começa com avaliação e preparo, segue com anestesia, acesso ao olho, remoção do cristalino e implantação da lente intraocular, e termina com observação e orientações para casa.

Preparação para a cirurgia

O preparo começa na consulta. O oftalmologista confirma o diagnóstico, examina as estruturas oculares e investiga doenças que podem interferir na visão ou no acompanhamento, como glaucoma. A biometria ajuda a calcular o poder da lente intraocular, enquanto outros exames podem ser solicitados conforme a condição de cada olho.

Também são revisados histórico clínico, medicamentos em uso, cirurgias anteriores, alergias e expectativas. Essa conversa é especialmente importante para definir entre lente monofocal, de foco estendido ou trifocal, incluindo versões tóricas quando existe astigmatismo. A escolha não deve ser feita apenas pelo nome da lente, porque o resultado visual esperado depende do conjunto de fatores oculares e da rotina.

No dia agendado, a equipe prepara o paciente, higieniza a região e aplica a anestesia indicada. A orientação sobre alimentação, acompanhante e uso de medicamentos deve ser seguida conforme a equipe responsável.

Etapas do procedimento

A anestesia é aplicada antes do início. Em seguida, o cirurgião realiza uma incisão pequena e abre cuidadosamente a cápsula que envolve o cristalino. A catarata é fragmentada e aspirada com a facoemulsificação, preservando o suporte necessário para a lente.

Depois, a LIO é inserida dentro da cápsula do cristalino. São etapas essenciais as incisões pequenas autosselantes, a capsulotomia, a facoemulsificação, a inserção da LIO e a lavagem ou reenchimento do olho. Ao final, o cirurgião verifica o posicionamento da lente e a estabilidade da incisão.

Médicos de Olhos S.A. informa duração média de 15 a 20 minutos por olho. Esse período não representa todo o tempo na unidade: a mesma fonte descreve de 1 a 2 horas de pós-operatório imediato antes da alta, conforme a evolução e a avaliação da equipe.

Cuidados pós-operatórios

Ao receber alta, o paciente deve seguir a prescrição de colírios e os horários de retorno. Não esfregar os olhos é uma orientação importante. Óculos escuros podem proteger contra claridade e vento quando o paciente sair, enquanto poeira, fumaça e vento forte devem ser evitados no período inicial.

A posição para dormir pode ser orientada pela equipe. Atividades leves, como ler e usar o celular, geralmente podem ser retomadas conforme a liberação individual, que deve prevalecer.

Dor importante, piora repentina da visão, secreção, vermelhidão intensa ou outros sintomas inesperados precisam ser comunicados ao serviço responsável. A orientação não é esperar o retorno marcado quando houver uma mudança relevante, e sim buscar avaliação oftalmológica.

  1. Realize a avaliação oftalmológica e os exames solicitados.

  2. Defina com o oftalmologista a técnica e a lente intraocular adequadas ao seu perfil.

  3. Siga as orientações de preparo no dia marcado.

  4. Receba a anestesia e permita a execução da incisão e da remoção do cristalino.

  5. Aguarde a implantação e a conferência da lente intraocular.

  6. Use os colírios prescritos, proteja os olhos e compareça aos retornos.

Anestesiologista preparando a injeção para anestesia local ocular.

Como é a anestesia para cirurgia de catarata?

A anestesia para cirurgia de catarata costuma ser local e aplicada em forma de colírio, mantendo o paciente acordado durante o procedimento. A equipe também pode adotar outras medidas anestésicas ou sedativas quando houver indicação clínica, sempre após avaliação.

A anestesia tópica reduz a sensibilidade da superfície ocular para que o cirurgião possa trabalhar com precisão. O paciente pode perceber luzes, pressão ou o contato da equipe, embora não deva sentir dor intensa durante a operação. A comunicação com o time é importante: qualquer desconforto deve ser informado no momento.

Em algumas situações, a equipe pode complementar a anestesia local conforme a ansiedade, a capacidade de permanecer imóvel, o histórico clínico e a complexidade prevista. A decisão é individual e faz parte do planejamento pré-operatório, junto com as orientações do anestesista e do oftalmologista.

Depois, a visão pode ficar embaçada ou o olho pode ficar sensível à luz nas primeiras horas. Isso não permite concluir sozinho como será a evolução visual. O acompanhamento identifica se a recuperação segue o esperado e se há necessidade de alguma orientação adicional.

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Paciente sorrindo após o sucesso da cirurgia de catarata, com visão clara.

A cirurgia de catarata é simples?

A cirurgia de catarata é considerada um procedimento de curta duração e, em muitos casos, ambulatorial, mas a palavra simples não significa igual para todos. Ela envolve planejamento, precisão e acompanhamento, sobretudo quando o paciente tem glaucoma ou outra doença ocular.

A técnica pode ser rápida, porém a decisão de operar exige mais do que retirar uma opacidade. O médico precisa distinguir o que é causado pela catarata do que pode vir de glaucoma, retina, córnea ou nervo óptico. Em quem já tem perda visual por outra doença, a cirurgia pode melhorar a parcela relacionada ao cristalino, mas não recupera automaticamente alterações que tenham outra origem.

Também existe uma fase de preparo e observação depois da cirurgia. Médicos de Olhos S.A. descreve um processo que inclui de 30 a 60 minutos de pré-operatório, de 15 a 20 minutos de cirurgia e de 1 a 2 horas de observação imediata antes da alta. Por isso, o paciente deve organizar o dia para além do tempo dentro da sala cirúrgica.

A experiência tende a ser mais previsível quando as dúvidas são discutidas antes: qual lente será usada, quais limitações podem permanecer, quando será o retorno e quais atividades precisam ser adiadas. Simplicidade operacional não substitui indicação individualizada.

Implante de lente intraocular sendo posicionado no olho durante a cirurgia.

Como é colocada a lente na cirurgia de catarata?

A lente intraocular é colocada dentro da cápsula que envolvia o cristalino natural, depois que a catarata é fragmentada e removida. Ela é dobrada ou inserida de modo planejado por uma pequena abertura, e então se acomoda na posição definida pelo cirurgião.

O cristalino natural fica dentro de uma cápsula fina. Durante a cirurgia, o cirurgião remove o conteúdo opacificado, preservando a cápsula quando isso é possível e adequado. Essa estrutura funciona como suporte para a LIO. Os Manuais MSD descrevem a colocação de uma lente de plástico ou silicone dentro da cápsula do cristalino após a remoção dos fragmentos.

A escolha da lente acontece antes da cirurgia. A biometria fornece medidas para o cálculo, mas o planejamento também considera astigmatismo, hábitos de leitura, uso de telas, direção e expectativa em relação aos óculos. Há lentes monofocais, de foco estendido e trifocais, além de versões tóricas para astigmatismo, conforme a indicação.

A lente intraocular é planejada para permanecer no olho. Ainda assim, o paciente precisa entender que a qualidade da visão depende de outras estruturas oculares e que o uso de óculos pode continuar sendo necessário em determinadas atividades. A decisão deve ser construída com o oftalmologista, sem comparar apenas nomes ou tecnologias.

Paciente descansando em casa após cirurgia de catarata, usando óculos de proteção.

Como é a recuperação após a cirurgia de catarata?

A recuperação começa no mesmo dia, mas a nitidez visual se ajusta progressivamente. A Clínica Vizon descreve visão possivelmente embaçada ou sensível à luz nas primeiras horas, enquanto a Central da Visão informa que atividades leves geralmente podem voltar após 2 a 3 dias.

Nos primeiros momentos, é comum precisar de proteção e repouso relativo. A visão pode oscilar, e a presença de claridade, halos ou sensação de olho diferente deve ser discutida no retorno. A evolução não deve ser avaliada apenas pela comparação com o outro olho, especialmente quando ele também tem catarata ou alguma doença ocular.

A Clínica Vizon descreve uma evolução em que a visão tende a ficar mais estável ao longo das semanas, com estabilização em curso após 30 dias na maioria dos casos. Esse intervalo é usado como referência clínica, não como promessa individual. A prescrição de óculos costuma ser considerada depois que a visão se estabiliza.

Esforço físico, direção e retorno ao trabalho precisam de liberação médica. A mesma clínica informa que a direção costuma ser retomada após 5 a 7 dias com autorização, enquanto exercícios físicos geralmente aguardam de 3 a 4 semanas. Essas orientações podem mudar conforme o olho operado, a atividade e o acompanhamento.

Use os colírios exatamente como prescritos, evite coçar os olhos, proteja-os em ambientes com poeira e compareça às consultas. O retorno permite examinar a cicatrização, a pressão ocular e a resposta visual, pontos particularmente relevantes para pacientes com glaucoma.

Fila de pacientes aguardando atendimento em um hospital público.

Como é feita a cirurgia de catarata pelo SUS?

No SUS, a cirurgia de catarata começa pela entrada do paciente na rede pública, avaliação oftalmológica, confirmação da indicação e encaminhamento para o serviço responsável pelo procedimento. A cirurgia pode ser ambulatorial, com alta no mesmo dia, conforme a Prefeitura de Maceió.

O fluxo pode envolver unidade básica, regulação e serviço de referência, de acordo com a organização da rede local. Na avaliação, o oftalmologista verifica se a catarata explica a limitação visual, identifica condições associadas e solicita os exames necessários para planejar a operação e a lente disponível no serviço.

Depois da indicação, o paciente aguarda o encaminhamento e recebe orientações sobre preparo, data, acompanhante, cuidados e retornos. Como os fluxos administrativos e a disponibilidade podem mudar entre municípios e estados, a unidade pública responsável deve informar os detalhes aplicáveis à região.

A alta no mesmo dia não significa retorno imediato a todas as atividades. Também no atendimento público, a recuperação depende do acompanhamento, do uso correto das orientações e da comunicação de sintomas que fujam do esperado.

  • Entender se a catarata já está afetando sua rotina → Relate ao oftalmologista quais tarefas ficaram mais difíceis e faça uma avaliação completa.

  • Escolher uma lente intraocular → Compare as opções durante o planejamento, considerando biometria, astigmatismo, hábitos e expectativa de uso de óculos.

  • Saber como será a recuperação → Organize os colírios, a proteção ocular, os retornos e a liberação gradual das atividades.

  • Fazer cirurgia tendo glaucoma → Peça uma análise integrada da catarata, da pressão ocular, do nervo óptico e das demais estruturas do olho.

Pessoa idosa lendo um livro com clareza após cirurgia de catarata.

Como Cirurgia da catarata pode ajudar

A catarata pode tornar tarefas comuns mais difíceis ao reduzir a transparência do cristalino. Quando a opacidade passa a limitar leitura, deslocamentos, trabalho ou atividades domésticas, a cirurgia pode entrar na discussão como uma forma de substituir esse cristalino por uma lente intraocular planejada para o perfil visual do paciente.

Na prática, o benefício esperado não deve ser definido apenas pela existência da catarata. Em pacientes com glaucoma, por exemplo, é necessário separar a limitação causada pelo cristalino daquela relacionada ao nervo óptico. A avaliação também considera córnea, retina, pressão ocular, astigmatismo, rotina e expectativa quanto aos óculos.

A Cirurgia da catarata oferecida pelo Dr. Francisco Lima parte desse planejamento individualizado, com biometria e escolha da lente intraocular conforme as necessidades visuais de cada paciente. As opções incluem lentes monofocais, de foco estendido e trifocais, com versões tóricas para astigmatismo. A consulta é o momento de entender qual alternativa faz sentido para o olho avaliado e quais limites precisam ser considerados.

Assim, o próximo passo não é escolher uma lente isoladamente, nem decidir pela cirurgia apenas por uma informação encontrada na internet. É realizar uma avaliação oftalmológica completa, levar exames e relatar com clareza as atividades que ficaram mais difíceis. Essa conversa organiza a indicação e ajuda a alinhar o planejamento visual ao que é possível para cada caso.

Perguntas frequentes

A cirurgia de catarata dói?

A anestesia costuma ser local, aplicada em colírio, e o paciente pode perceber luzes, pressão ou contato durante o procedimento. Desconforto intenso deve ser comunicado à equipe.

A cirurgia de catarata é simples?

É um procedimento de curta duração e frequentemente ambulatorial, mas exige avaliação, cálculo da lente, técnica precisa e acompanhamento. Glaucoma e outras doenças oculares tornam o planejamento ainda mais importante.

Como a catarata é retirada?

Na facoemulsificação, o cristalino opacificado é fragmentado com ultrassom e aspirado por uma pequena incisão. Depois, uma lente intraocular é posicionada dentro da cápsula do cristalino.

Como é escolhida a lente intraocular?

A escolha considera biometria, anatomia do olho, astigmatismo, rotina e expectativas visuais. Podem existir opções monofocais, de foco estendido, trifocais e tóricas, conforme a indicação.

A lente intraocular precisa ser trocada?

A lente é planejada para permanecer dentro do olho. A necessidade de qualquer intervenção futura depende da avaliação oftalmológica e de alterações que possam surgir.

Quando posso ler ou usar o celular?

Atividades leves, como leitura e uso do celular, geralmente podem ser retomadas após 2 a 3 dias, segundo a Central da Visão. A liberação individual deve seguir a orientação médica.

Quando a visão estabiliza?

A visão costuma se ajustar progressivamente. A Clínica Vizon descreve estabilização em curso após 30 dias na maioria dos casos, mas o período pode depender das condições de cada olho.

Quem tem glaucoma pode fazer cirurgia de catarata?

A possibilidade depende do estágio do glaucoma, da pressão ocular, do nervo óptico, da retina e de outros achados. O oftalmologista deve avaliar se a catarata é a principal causa da limitação visual e planejar o acompanhamento.

Glossário

Catarata
Opacificação do cristalino, que pode deixar a visão nublada e reduzir a qualidade das imagens.
Cristalino
Lente natural do olho que participa da focalização das imagens.
Facoemulsificação
Técnica que fragmenta e aspira o cristalino opacificado com ultrassom.
Lente intraocular
Lente implantada no olho para substituir o cristalino removido.
Biometria
Exame usado para obter medidas que ajudam a calcular o poder da lente intraocular.
Capsulotomia
Abertura planejada na cápsula que envolve o cristalino durante a cirurgia.
Dr. Francisco Lima

Escrito por

Dr. Francisco Lima

Dr. Francisco Lima

Oftalmologista em Goiânia, especialista em glaucoma e cirurgia de catarata. Doutor em Medicina pela USP, com formação em Harvard e MIT. Membro da Academia Goiana de Medicina. CRM/GO 6.103 | RQE 712.

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